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Balanço da ABF revela queda de 4% no franchising em relação ao 1º trimestre de 2020

1 min de leitura Carlos Griebler


A ABF (Associação Brasileira de Franchising), em sua Pesquisa de Desempenho do setor de franquias, apontou uma queda de 4% no primeiro trimestre de 2021 em relação aos números de 2020. Entre janeiro e março, as franquias brasileiras registraram um faturamento de R$ 39,881 bilhões, contra R$ 41,537 bilhões no mesmo período do ano passado. Setores divergem em resultados ao demonstrarem efeitos da pandemia, enquanto a projeção final para 2021 é otimista.

Os principais segmentos afetados ainda são Hotelaria e Turismo e Entretenimento e Lazer e outros, como Saúde, Beleza e Bem-Estar e Casa e Construção tiveram resultados bastante positivos, com aumentos respectivos de 12,7% e 36,5%.

A ABF atribui os resultados à maior demanda causada pelas restrições sanitárias e necessidades de reformas para adequação ao home-office e outros modelos mais seguros. Porém, vale ressaltar que as primeiras medidas restritivas entraram em ação apenas no meio do mês de março de 2020. 

Ou seja, estamos comparando um período fortemente afetado com um trimestre ainda boa parte normalizado. Dessa forma, os efeitos da pandemia do novo coronavírus são claros e perduram por mais de um ano, mesmo com ações e estratégias para mitigar a queda de faturamento.

Entre elas, podemos destacar um crescimento ainda maior do delivery nas unidades em conjunto com uma popularização do e-commerce em franquias. Mesmo assim, o cenário desfavorável não limitou a expansão das redes de franquia. No primeiro trimestre de 2021, houve um saldo positivo de 1,9% em relação a novas unidades inauguradas e fechadas. 

Para atingir o crescimento projetado de 11%, o presidente da ABF, André Friedheim, clama por agilidade na vacinação em massa da população, evitando novas medidas restritivas que dificultam o funcionamento dos negócios.

Por fim, podemos destacar um crescimento das microfranquias, que recentemente elevaram de 90 para 105 mil reais seu investimento máximo. O setor agora já representa 10,3% do mercado de franquias, oferecendo opções ideais para quem quer se tornar um empreendedor, mas não possui grande capital.

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Carlos Griebler

Redator em Central do Franqueado


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