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GIRAFFAS

  • Valor do Investimento

    Modelo shopping: R$ 660.000,00

    Modelo Container: R$ 660.000,00

    Modelo rua: R$ 760.000,00

    Modelo portos: R$ 760.000,00

  • Retorno do Investimento

    até 36 meses

  • Faturamento Médio Mensal

    R$ 170.000,00 a R$ 300.000,00

  • Taxa de Franquia

    R$ 60.000,00

  • Royalties

    5% sobre faturamento bruto

  • Taxa de Publicidade

    3% sobre faturamento bruto

Dados da Franquia

  • Segmento: Alimentação
  • Formato: Loja/Quiosque
  • Sede: Distrito Federal
  • Unidades: 410
  • Inauguração da Empresa: 1981
  • Ingresso no franchising: 1991

Empresa

História e curiosidades

Fundada em 1981, no Distrito Federal, pelo empreendedor, Carlos Guerra, o Giraffas é uma das maiores redes de fast-food do Brasil. Com mais de trezentas unidades espalhadas pelo Brasil, a franquia também está presente nos Estados Unidos desde 2011, quando inaugurou sua primeira loja em Miami, na Flórida, que hoje conta com 5 restaurantes da marca. Além dos EUA, o Giraffas também está presente no Paraguai, com duas unidades. 

A empresa já passou por diversas dificuldades as quais superou e segue em crescimento. Em 1994, com o Plano Real, o Giraffas passou por uma grave crise, que levou o negócio a passar por uma concordata para evitar falência. Mais tarde, em 2014, com a crise brasileira, os números da empresa também caíram. A partir de então, o restaurante adotou ao seu cardápio algumas opções de pratos mais caros, com carnes mais nobres para ampliar o seu público a pessoas de renda mais alta e também manter seus clientes típicos. O resultado foi positivo e desde então, a empresa tem registrado crescimento. 

Neste ano, a franquia anunciou que irá ampliar sua atuação para cidades com menos de 100 mil habitantes, alegando ser uma estratégia que alcançará pessoas de cidades interioranas que têm poucas opções de restaurantes que ofereçam um serviço diferente da maioria. O modelo usado no início da expansão será o de containers na beira de estradas, mantendo as já tradicionais praças de alimentação e lojas convencionais. 

Entre janeiro e setembro de 2019, a empresa já faturou R$ 500 milhões e prevê terminar o ano em torno de R$ 730 milhões.