Saiba alguns dos riscos que sua franquia está sujeita

 Riscos empresariais são incertezas que podem se materializar em problemas, impactando negativamente a sua empresa. Como um bom empresário e gestor, gerenciar e reduzir os riscos é um esforço necessário em seu trabalho.

O que você verá neste conteúdo: 

O que são riscos?

Ao falarmos de gestão de negócios, um dos pontos mais importantes que deve ser abordado é em relação aos riscos empresariais. Quando erros e acidentes acontecem, a empresa perde em várias questões, como produtividade, finanças e, em alguns casos, prejudica sua imagem no mercado. 

Entretanto, a notícia boa, é que as falhas podem ser evitadas por meio de conhecimentos e planejamentos. Assim, medir, controlar e prever são importantes passos para que o processos de trabalho sejam eficientes e a organização consiga manter seus sistemas otimizados.

Conheça alguns exemplos de riscos que sua franquia não deve correr

1. Fiscais 

Os riscos fiscais dizem respeito às obrigações legais relacionadas às declarações e impostos. Um exemplo, é entregar a declaração com dados errados ou fora do prazo, ocasionando no recebendo de multa. Também, não emitir as notas fiscais de acordo com a lei, o que poderá fazer com que a empresa seja acusada de sonegação.

Para se livrar desse impasse, é imprescindível ter um planejamento tributário detalhado, a fim de definir os procedimentos do negócio para arcar com essas responsabilidades e estruturar os pontos perigosos. Ter a ajuda de um contador de confiança também auxilia a tornar a organização menos vulnerável a essas falhas.

 2. Operacionais

Os riscos empresariais operacionais são definidos como aqueles decorrentes de falhas em processos internos, externos, de sistemas e de pessoas, que, em conjunto, constituem uma organização.

 Eles são específicos a cada ambiente. Então, um posto de gasolina, por exemplo, tem o risco de explodir, se o combustível não for armazenado da forma adequada. Já um banco corre o risco de ser assaltado, se não houver um sistema de segurança eficaz.

Existem algumas formas de evitar tais ameaças. Uma delas é realizar um mapeamento dos processos, a fim de identificar aqueles pontos mais frágeis e, com isso, aplicar técnicas para mitigação.

 Neste ponto, é primordial que a empresa adote como padrão de comportamento organizacional ações de compliance.

3. Estratégicos

Aqui, o foco é no acompanhamento de fatores que prejudiquem o alcance dos objetivos estratégicos, os quais representam a sobrevivência e a sustentabilidade do empreendimento.

 Para isso, é recomendado que a empresa tenha as suas metas, a missão, a visão e os valores bem delineados. Já que, são esses aspectos nos quais ela se baseará para implementar todas as ações.

Uma metodologia que pode ajudar a sua empresa na criação de uma gestão estratégica é a aplicação do método OKR. Pois ele de maneira simples permite que a empresa classifique suas prioridades. De acordo, com a sua necessidade considerando metas individuais e alinhando-as com a estratégia macro do negócio.

4. Financeiros

À medida que o negócio cresce, mais complexa fica a sua gestão financeira. Enquanto no início, o próprio gestor consegue dar conta de fazer o equilíbrio das finanças sozinho, possivelmente, ele precisará de ajuda, quando o empreendimento estiver mais desenvolvido.

O objetivo é sempre fazer com que os ganhos sejam maiores que os gastos. Para isso, é imprescindível bastante monitoramento. No fluxo de caixa, por exemplo, é necessário fazer a projeção adequada, das entradas e saídas, a fim de que as operações estejam sempre no azul. 

Isso porque é comum acontecer de os clientes realizarem compras parceladas e, antes que esses recursos entrem, a empresa precisar fazer pagamentos a fornecedores ou salário dos funcionários, por exemplo.

Os riscos financeiros têm relação com as operações financeiras de uma organização. Eles incluem os riscos provocados por uma má administração dos fluxos de caixa e os riscos ligados a retornos abaixo do esperado nas transações financeiras e nos investimentos.

Entre as possíveis causas desses riscos podemos citar:

      • Administração financeira inadequada;
      • Endividamento inadequado;
      • Exposição a variações de câmbio ou taxas de juros; 
      • Operações de mercado ou investimentos com alto grau de incerteza sobre seus retornos;
      • Baixa qualidade das informações que pautam a tomada de decisão.

 O risco financeiro pode ser dividido em risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez e risco operacional.

Como é feita a análise de riscos financeiros?

A análise do risco financeiro é feita calculando o seu efeito potencial. Ele corresponde ao grau de exposição da empresa àquele risco específico.

O método mais simples de cálculo do efeito potencial de um risco combina a probabilidade de ele ocorrer com as perdas financeiras. Outras metodologias incluem também a possibilidade de detectar o risco em tempo hábil para tomar medidas preventivas ou de correção.

A mensuração do grau de exposição da empresa ao risco é feita de forma quantitativa. No caso dos eventos com consequências sobre uma área, a estimativa do efeito potencial pode ser feita multiplicando a probabilidade da ocorrência com o cálculo da perda financeira que poderia gerar.

Essa comparação pode gerar um gráfico tipo função, que aponta quais riscos são toleráveis e quais colocam em perigo a saúde financeira de uma empresa. A tomada de decisões costuma ser feita considerando a projeção de cenários sobre as tendências de mercado e as variáveis financeiras.

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