Índice de Endividamento: Saiba como calcular e evitar dívidas em sua franquia 

É quase unânime discordar que o medo de endividamento é um dos assuntos mais temidos por empresários. Só no ano de 2019, cerca de  54 milhões de micro empresas entraram em situação de inadimplência, segundo o Serasa Experian. Sendo assim, a utilização de índice de endividamento é uma ótima ferramenta para ter consciência de como seu negócio está indo. 

Neste artigo você irá encontrar:

O que é Índice de Endividamento?

Um dos indicadores financeiros mais conhecidos dentro dos negócios é o Índice de Endividamento Geral, também conhecido pela sigla “EG”. Ele é uma ferramenta que possibilita calcular como está a situação financeira de uma instituição. Levando em conta todo o ativo da empresa.

Para sua aplicação é necessário ter conhecimento de como deve ser feito o Cálculo de Endividamento Geral. Com ele é possível obter noção de quanto do ativo total da instituição está comprometido, principalmente com em relação a terceiros.

É importante saber sobre o valor do seu endividamento, principalmente para poder arcar com seus negócios. Pois auxilia de grande ajuda na melhor distribuição financeira e decisões da instituição.

No entanto, é preciso se ter um nível mediado desta taxa de endividamento. Instituições com altos índices de endividamento normalmente podem ter um baixo retorno financeiro. Isso porque grande parte do valor acaba direcionado para pagamento de dívidas. 

Já empresas com uma baixa taxa de endividamento, podem estar enfrentando problemas com sua capacidade de crescimento. Assim não conseguindo aumentar sua lucratividade.

Como calcular o Índice de Endividamento?

A fórmula para calcular o Índice de Endividamento Geral é simples. Basta apenas somar seus passivos, sendo eles de curto a longo prazo, e dividir pelo total do ativo. Sendo então:

Capital de terceiros / Ativo total  X 100

Numa explicação mais clara, utilizamos o exemplo que uma empresa está com um valor ativo total de R$ 5.000.000. Enquanto em passivos está com R$ 1.000.000 de curto prazo, e R$ 75.000 a longo prazo.

Para formular o cálculo, deverá ser dividido o valor da soma do passivo exigível (1.000.000 + 75.000 = 1.075.000) com o total ativo (5.000.000). Obtendo assim o valor de endividamento da instituição.

Sendo assim, o cálculo do EG ficará: (1.000.000 + (75.000 / 5.000.000)) x 100. Ficando o valor de 10,7% em dívidas.

Formas de endividamento existentes?

No seguimento empresarial existem diversas formas de dívidas. O fato já que existem diversos negócios ocasiona em formas diferentes de criação de credores. Sendo as mais comuns:

Endividamento total

Essa forma de dívida acontece normalmente por conta de um mal investimento no capital investido. Sendo a união de uma dívida a longo prazo e o patrimônio líquido da instituição.

Endividamento sobre patrimônio

Quando uma empresa possui um patrimônio, o mesmo passa a ser um forma de capital própria. Neste caso a dívida é sobre o capital da empresa, que provavelmente recebeu colaboração de terceiros, ficando como garantia o patrimônio.

Endividamento de longo prazo

São dívidas vindas normalmente de empréstimos ou até mesmo o capital investido em determinada empresa.

Como manter um bom Índice de Endividamento?

No mundo dos negócios ter um endividamento razoável é importante é muito melhor que não possuir nenhum. Porém, ainda sim é preciso ter cautela sobre as dívidas, já que qualquer coisa pode resultar em problemas. 

Um bom planejamento é extremamente importante para o desenvolvimento sadio do negócio. Pois, com um planejamento estratégico, financeiro e orçamentário, será mais fácil seguir em apenas uma direção com a empresa. Sendo essencial segui-lo sem alterações.

Tomar cuidados com o capital de giro também é relevante, já que ele é o suporte para a empresa manter-se a longo prazo e não criar muitas dívidas. A aquisição de recursos e vendas de títulos e até mesmo empréstimos podem ser uma boa saída.

Serão eles que irão impulsionar a empresa em sua estruturação financeira de capital. Possibilitando o negócio de aplicar investimentos.  

Fazer a cobrança de clientes e fornecedores, apesar de algo não muito agradável, é inevitável. Para isso é preciso saber uma maneira correta para ser feito, de modo que não crie situações embaraçosas.

A redução de despesas é uma ótima alternativa em diversos aspectos. Cortar custos desnecessários auxilia muito na redução de endividamentos. Uma das coisas a serem levadas em conta é o estoque que não possui saída, já que o mesmo prejudica o capital de giro.

Uma boa alternativa para abertura de um negócio, sem grande risco de endividamento, são as franquias. Com o passar dos anos, elas estão cada mais apresentando mais estabilidade no mercado. 

Além que, as mesmas já possuem um modelo de negócio know-how, que lhe favorece com instruções de como fazer seu gerenciamento. 

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