Ao longo das últimas décadas, as mulheres venceram o paradigma de donas de casa e entraram para ficar no mercado de trabalho e no mundo dos negócios. Atualmente, o Brasil conta com mais de 10 milhões de mulheres empreendedoras. De acordo com o último relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), mais de 50% dos novos negócios abertos no país é encabeçado por elas.

Porém, apesar do grande avanço, o público feminino ainda encontra muitas resistências e desafios na hora de se lançar no empreendedorismo. Para discutir e apoiar esse movimento, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, que em 2015 completa um ano. Em todo o mundo, são 153 países comemorando a data.

Nas franquias, o movimento também é relevante, já que no setor as mulheres estão cada vez mais conquistando seu espaço. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), 48% dos franqueados no país são mulheres. Segundo a pesquisa anual do perfil do franqueado brasileiro, realizada pela consultoria Rizzo Franchise em 2014, são mais de 65 mil mulheres operando franquias em diferentes setores e estados do país. E as franquias lideradas por mulheres podem ter faturamento até 34% mais alto que as demais.

Para Marcus Rizzo, que liderou a pesquisa, as mulheres encontram nas franquias uma chance de desenvolver suas carreiras. “O faturamento maior se deve a uma característica muito forte. É uma questão de permanência nos negócios. Elas têm uma permanência mais constante e isso gera resultado. Franquia é negócio de barriga no balcão”, disse Rizzo em entrevista para a revista Exame.

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